Merecia um dia qualquer
qualquer dia
um dia qualquer
um dia qualquer que fosse!
Estou descontente com as coisas
As circunstancias em que vivo
Não me são convenientes,
Gostaria de não refletir a respeito.
Talvez uma hora este turbilhão de ideias
Que tomam a minha mente de um tregua
Assim espero...
Parece impossivel...
Até no leito de descanso
Sou violado e agredido por infenais tormentos.
Chego a pensar que só um projétil resolveria o caso...
Ou as coisas...
Desespero em pensar em tais coisas
Desesperado sei que não vai passar
Des-esperando e em desespero
Des-espero
O fim.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
...
Não sei viver aqui
Não soube me encontrar
Em meio a tanto caos
Ouço murmúrios de todos os cantos
Vozes que provém de vidas violadas por mim
Noites maravilhosas passei
Observando os homens
Que viviam mortos em suas rotinas
Cada dia identificava um corpo novo,
Ou melhor, um velho defunto.
A cada dia identificava um novo morto
Pessoas que aderiam ao sistema
Aos formatos sociais
Esperando assim uma felicidade fictícia
Um mero sonho... Sonho idiota
Felicidade é momentâneo
É anestesia que toma o corpo por inteiro
E não se transfere
Apenas para um falso sorriso de canto de boca.
Pessoas domesticadas,
Eu as via todos os dias... Ali de frente a minha janela
E como uma praga, cada janela ia sendo tomada diariamente...
O viruz se alastrava rápido
Era eficaz.
Sem duvida tinham estudado bem
Uma forma de aprisionar os pensamentos deles
Certo dia decidido a entender o que ocorria
Decidi fazer o mesmo que eles
E passava noites inteiras em minha poltrona
Sem notar, perdi-me nas mesmas rotinas...
Esqueci minhas leituras e meu binóculo estava entregue as teias de aranha
Certo dia, deitado lembrei das tardes observando os outros...
Passei a mão em meu binóculo, e corri, procurei a primeira janela a minha frente e passei horas observando... Os maus e bons costumes alheios
Aqui em frente esta janela tudo acabou...
Vivo uma janela por dia...
E aqui imóvel, lembro-me de tardes perdidas,
Viagens janelas à dentro.
Farto de tantos rumos sem sentido
E sentidos mal direcionados
Fico inerte.
Passo a observar o mundo de uma janela qualquer...
Uma por dia.
Não soube me encontrar
Em meio a tanto caos
Ouço murmúrios de todos os cantos
Vozes que provém de vidas violadas por mim
Noites maravilhosas passei
Observando os homens
Que viviam mortos em suas rotinas
Cada dia identificava um corpo novo,
Ou melhor, um velho defunto.
A cada dia identificava um novo morto
Pessoas que aderiam ao sistema
Aos formatos sociais
Esperando assim uma felicidade fictícia
Um mero sonho... Sonho idiota
Felicidade é momentâneo
É anestesia que toma o corpo por inteiro
E não se transfere
Apenas para um falso sorriso de canto de boca.
Pessoas domesticadas,
Eu as via todos os dias... Ali de frente a minha janela
E como uma praga, cada janela ia sendo tomada diariamente...
O viruz se alastrava rápido
Era eficaz.
Sem duvida tinham estudado bem
Uma forma de aprisionar os pensamentos deles
Certo dia decidido a entender o que ocorria
Decidi fazer o mesmo que eles
E passava noites inteiras em minha poltrona
Sem notar, perdi-me nas mesmas rotinas...
Esqueci minhas leituras e meu binóculo estava entregue as teias de aranha
Certo dia, deitado lembrei das tardes observando os outros...
Passei a mão em meu binóculo, e corri, procurei a primeira janela a minha frente e passei horas observando... Os maus e bons costumes alheios
Aqui em frente esta janela tudo acabou...
Vivo uma janela por dia...
E aqui imóvel, lembro-me de tardes perdidas,
Viagens janelas à dentro.
Farto de tantos rumos sem sentido
E sentidos mal direcionados
Fico inerte.
Passo a observar o mundo de uma janela qualquer...
Uma por dia.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Amazona.
Escondi-te de todos
Não é pecado...
Não existem pecados
Então nem peço desculpas pelo “delito”.
Estou sempre sem companhia
Embora esteja acompanhado.
Pensamentos se evaporam,
E voltam a cair no quintal onde plantei sua imagem.
Bem, desculpe se te fere...
Mas plantei sim,
Bem fundo plantei,
O mais profundo tesouro que já tive.
Prestes a germinar,
Guardado nalgum lugar
Onde não ouso lembrar
Pra não revelar aos lábios, e ouvidos imundos,
Que hão de secá-la
Assim como secam as mais belas arvores
Dos jardins floridos, onde todo dia é primavera.
E é você a única guardiã da chave deste jardim.
Peço-te, Guarde em segredo.
Só depende de você.
Não é pecado...
Não existem pecados
Então nem peço desculpas pelo “delito”.
Estou sempre sem companhia
Embora esteja acompanhado.
Pensamentos se evaporam,
E voltam a cair no quintal onde plantei sua imagem.
Bem, desculpe se te fere...
Mas plantei sim,
Bem fundo plantei,
O mais profundo tesouro que já tive.
Prestes a germinar,
Guardado nalgum lugar
Onde não ouso lembrar
Pra não revelar aos lábios, e ouvidos imundos,
Que hão de secá-la
Assim como secam as mais belas arvores
Dos jardins floridos, onde todo dia é primavera.
E é você a única guardiã da chave deste jardim.
Peço-te, Guarde em segredo.
Só depende de você.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Besitos
Faz parte,
Eu sei, faz parte...
Não é um jogo, nem brincadeira...
Mas faz parte, hoje você se esconde nos meus pensamentos.
Enquanto te procuro, por todos os cantos, e não me arrisco ao obvio.
Mas é lá que te encontro...
Nem sei como foi acontecer, e se aconteceu.
Ainda bem, melhor pros dois, ou melhor, três.
Complicado tudo isto?!
Não sei, só sei que faz parte,
É envolvente o clima,
Os minutos em que viajo pra longe de mim
Imaginando nossas pulsações...
E me sacio dos deletérios doces de teus lábios.
Seus lábios têm o gosto da viciosa rotina
A qual não abriria mão...
Eu sei, faz parte...
Não é um jogo, nem brincadeira...
Mas faz parte, hoje você se esconde nos meus pensamentos.
Enquanto te procuro, por todos os cantos, e não me arrisco ao obvio.
Mas é lá que te encontro...
Nem sei como foi acontecer, e se aconteceu.
Ainda bem, melhor pros dois, ou melhor, três.
Complicado tudo isto?!
Não sei, só sei que faz parte,
É envolvente o clima,
Os minutos em que viajo pra longe de mim
Imaginando nossas pulsações...
E me sacio dos deletérios doces de teus lábios.
Seus lábios têm o gosto da viciosa rotina
A qual não abriria mão...
domingo, 23 de agosto de 2009
Instante...
Um dia serei o dono dos teus sorrisos
Do teu olhar atento, da sua alma
E tocarei sua pele como se fosse o bem mais valioso do mundo
E te darei banhos de beijos.
Em imensas noites de alegria faremos amor
Sentirei o suor do teu corpo banhar o meu
E seremos um só!
Do teu olhar atento, da sua alma
E tocarei sua pele como se fosse o bem mais valioso do mundo
E te darei banhos de beijos.
Em imensas noites de alegria faremos amor
Sentirei o suor do teu corpo banhar o meu
E seremos um só!
sexta-feira, 24 de julho de 2009
Presente/passado
As vezes debruço-me em desejos
Vontades de nem sei o que
Mas sei que às tenho
A pele sempre arde, ferve...
E aí lembro daquele beijo roubado
Não foi inocente, foi impulso, desejo...
Nada me fez arrepender-se disto
A não ser a idéia de ter se arrependido...
Vontades de nem sei o que
Mas sei que às tenho
A pele sempre arde, ferve...
E aí lembro daquele beijo roubado
Não foi inocente, foi impulso, desejo...
Nada me fez arrepender-se disto
A não ser a idéia de ter se arrependido...
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Marchinha Francese
Se eu entendesse, tudo iria melhor.
Se eu entendesse, tu doeria melhor.
Razão e sentidos misturados
Incomodo, perda do chão, medo...
Caos...
Foram sensações respectivas
Quando eu vi
Você sorria e brincava comigo
Com meus sentimentos e ânsias...
Se eu entendesse, tudo iria melhor.
Se eu entendesse, tu doeria melhor.
Mas não, tudo é maior... Tu dói maior
Você sorridente e feliz...
É tudo que quero...
Mas eu ainda não entendi nada daquela noite
E por isto tudo se tornou pior...
Tu ainda dói maior.
Pensei que
Quando eu entendesse, tudo iria melhor.
E não doeria tanto.
Se eu entendesse, tu doeria melhor.
Razão e sentidos misturados
Incomodo, perda do chão, medo...
Caos...
Foram sensações respectivas
Quando eu vi
Você sorria e brincava comigo
Com meus sentimentos e ânsias...
Se eu entendesse, tudo iria melhor.
Se eu entendesse, tu doeria melhor.
Mas não, tudo é maior... Tu dói maior
Você sorridente e feliz...
É tudo que quero...
Mas eu ainda não entendi nada daquela noite
E por isto tudo se tornou pior...
Tu ainda dói maior.
Pensei que
Quando eu entendesse, tudo iria melhor.
E não doeria tanto.