Antes fosse eu Romeu
Tivesse um destino
Para me dar joguetes
sábado, 20 de dezembro de 2008
Choro
Chega dessa saudade
Não foi bom, nem foi verdade.
Nossa paixão é um trem que parte.
É o fim, é tarde
Não tem tesão, não tem maldade
Nada mais entra
Nem nada sai de mim
Não foi bom, nem foi verdade.
Nossa paixão é um trem que parte.
É o fim, é tarde
Não tem tesão, não tem maldade
Nada mais entra
Nem nada sai de mim
O Outro
Não quis acordar
Não tomou café
Não me desejou bom dia
Nem deu bom dia aos pássaros
Foi um dia duro...
Duro de se ver
Alguém tão morto
Tão sem vida
Sem animo, expectativa, tesão...
O dia nunca foi tão longo...
Não tomou café
Não me desejou bom dia
Nem deu bom dia aos pássaros
Foi um dia duro...
Duro de se ver
Alguém tão morto
Tão sem vida
Sem animo, expectativa, tesão...
O dia nunca foi tão longo...
domingo, 26 de outubro de 2008
Ah... Infancia
Corre sem olhar pra frente
Brinca sem se observar.
Nessa tarde fria
De céu cinzento
Lá esta o guri
A correr e brincar com o vento.
Sem problemas nem preocupações
Servo de sua ingenuidade
Viaja em meio à imaginação
Corre, brinca, salta, pula...
Faz de um tudo
E de forma tão pura.
Esquece a realidade
Não há responsabilidades
Só existe um mundo real-imaginado
Que não deixa de ser real
E sem se preocupar
Continua a imaginar.
Brinca sem se observar.
Nessa tarde fria
De céu cinzento
Lá esta o guri
A correr e brincar com o vento.
Sem problemas nem preocupações
Servo de sua ingenuidade
Viaja em meio à imaginação
Corre, brinca, salta, pula...
Faz de um tudo
E de forma tão pura.
Esquece a realidade
Não há responsabilidades
Só existe um mundo real-imaginado
Que não deixa de ser real
E sem se preocupar
Continua a imaginar.
Deslise
Tive medo, Confesso!
Até então o sustento
Ele é quem me nutre
Não quero ser o rosto bonito
O corpo desejado
Minto, até quero.
Mas se for só isso
Prefiro não querer
- Não quero nada!
- Não peço nada!
Mas se for pra querer ou pedir
Suplicaria pela alma tomada
Pelos beijos prometidos
Pelos sonhos, escritos, ditos, arquitetados...
Por tudo que fomos sem se quer, sermos.
Até então o sustento
Ele é quem me nutre
Não quero ser o rosto bonito
O corpo desejado
Minto, até quero.
Mas se for só isso
Prefiro não querer
- Não quero nada!
- Não peço nada!
Mas se for pra querer ou pedir
Suplicaria pela alma tomada
Pelos beijos prometidos
Pelos sonhos, escritos, ditos, arquitetados...
Por tudo que fomos sem se quer, sermos.
A Valsa
Danço sozinho
Ao ritmo de uma valsa inebriante
Envolvente.
Giro
Salto em círculos
Tenho os pés tortos e machucados
Mas essa musica não me deixa parar
E danço, giro, rolo este linolio...
Sinto-me liberto
Sinto as curvas melódicas dominando meu corpo
Sigo o ritmo...
Descubro a minha dança
Ao ritmo dessa valsa eloqüente.
Ao ritmo de uma valsa inebriante
Envolvente.
Giro
Salto em círculos
Tenho os pés tortos e machucados
Mas essa musica não me deixa parar
E danço, giro, rolo este linolio...
Sinto-me liberto
Sinto as curvas melódicas dominando meu corpo
Sigo o ritmo...
Descubro a minha dança
Ao ritmo dessa valsa eloqüente.
sábado, 25 de outubro de 2008
Daniellen
Felicidade é passar uma tarde
Falando besteiras
Com um bom amigo
É se entupir de iorgute
É perceber uma paixão tola
Mas é também preferir ser um tolo
E arriscar, mesmo sem fichas...
É não abrir mão de tentar...
Isso nos torna humanos!
É não ter medo de errar...
É ser um bobo alegre
Um tolo
Que acredita veemente
Na existência
Do que não existiu.
Falando besteiras
Com um bom amigo
É se entupir de iorgute
É perceber uma paixão tola
Mas é também preferir ser um tolo
E arriscar, mesmo sem fichas...
É não abrir mão de tentar...
Isso nos torna humanos!
É não ter medo de errar...
É ser um bobo alegre
Um tolo
Que acredita veemente
Na existência
Do que não existiu.